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OVNIs Diurnos – OVNI “Aranha” ou balão?

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O “OVNI Aranha”, com grande aproximação em zoom e ampliação no equipamento de edição.

Essa imagem foi obtida por um dentista de São Paulo, acompanhado de sua esposa, o cunhado e sua namorada no topo do Morro Cháritas, em Niterói (RJ), à tarde, no dia 30 ou 31 de dezembro de 1992 (ele não se recordava ao certo a data). Eles subiram o morro para acompanhar os saltos de asa-delta. O objetivo inicial foi frustrado pelo vento forte, mas a viagem não foi perdida. Com uma câmera amadora, marca Gradiente e zoom de 10x, o dentista captou durante 7 minutos a evolução desse misterioso objeto. Cerca de 50 pessoas estava no topo naquele momento, mas apenas umas 15, segundo o cinegrafista, deram atenção ao fato. Ao longe observaram uma forma estranha, que inicialmente pensaram tratar-se de um balão, mas começaram a ter dúvidas com o decorrer do tempo. O objeto fez uma lenta aproximação, até chegar a uma distância que estimaram entre 500 e 1000 metros, e depois afastou-se novamente, descrevendo uma trajetória em formato de “V”. O autor da filmagem não soube descrever como terminou a aparição por não ter acompanhando até esse momento. Embora o filme em si não seja nenhuma exclusividade, os “frames” aqui apresentados são trazidos à Internet pela primeira vez. Foram processados em equipamento profissional, no estúdio da Cia. Brasil de Cinema, sob a orientação técnica do produtor e especialista em filmagens Geraldo Santos, além do olhar atento do engenheiro Ricardo Varela, ex-chefe do setor de balões atmosféricos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Embora seja dífícil determinar qualquer coisa com exatidão, as imagens dão um bom indício. Com a ação do vento, em dado momento, assinalado na terceira imagem, a parte inferior do objeto apresenta uma variação de luminosidade que seria provável de encontrar-se num balão. A variação de temperatura e a ação do vento também explicariam o lentíssimo movimento de subida e descida das “patas” (ou “tentáculos”) do “OVNI Aranha”, como foi apelidado pelo cinegrafista. Segundo o engenheiro Ricardo Varela, o movimento em V e em parte do percurso contrário ao vento no alto do morro poderia ser explicado pela variação de direção da corrente de ar conforme aumenta a altitude. Apesar dos bons indícios, é difícil sair do campo da especulação… *Fotos: reprodução a partir das imagens cedidas pelo autor da filmagem.

 

 

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Aqui, o objeto como visto a olho nu, sem aproximação.

 

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No detalhe circulado, o momento na filmagem em que percebe-se a luminosidade aparente de uma “boca” de balão.

 

 

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