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Novos documentos reforçam tese de montagem no Caso Trindade

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Alguns meses depois do Programa de TV Fántástico, da Rede Globo, veicular o depoimento de uma testemunha que garantiu serem as fotos da Ilha de Trindade uma fraude, o pesquisador Alexandre de Carvalho Borges apresentou uma versão similar, contada pelo próprio sobrinho do fotógrafo. Foi então que, vários meses depois, o Portal Vigília trouxe a tona testemunha ocular do episódio ocorrido naquele dia. Edson Jansen não apenas garantiu nada ter visto, como sugeriu que até mesmo o suposto avistamento não passava de um grande engodo. A seguir, uma nova testemunha apresentada pelo mesmo pesquisador Alexandre, reforçou a tese do avistamente inexistente.

Em 16 de janeiro de 1958, o fotógrafo Almiro Baraúna, a bordo do navio Almirante Saldanha, teria encenado a fotografia de um UFO para produzir aquela que seria considerada uma das melhores sequências fotográficas de um disco voador em toda a história da Ufologia. Essa era, ao menos, a história mais aceita. Mais de 50 anos depois, no entanto, além dos novos e polêmicos testemunhos, documentos oficiais recém resgatados pelo pesquisador Alexandre Borges confirmam as oportunidades e falhas de investigação que podem ter favorecido a montagem de uma grande mentira.

Conseguidos junto à própria Marinha — estavam livres da classificação “confidencial” há mais de 40 anos, podendo ser consultados pelo público — os documentos mostram que o que temíamos: o inquérito instaurado pela Marinha durou pouco mais de 15 dias; que os relatórios dos oficiais tinham carência de verdadeiros laudos técnicos e que há fortes inconsistências na história de que o capitão do navio, Carlos Bacellar, teria, de fato, visto um objeto supostamente extraterrestre nos negativos originais.

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